quarta-feira, 28 de abril de 2010

O Santo Padre vem visitar-nos!

O Santo Padre vem visitar-nos! 


Vamos acolhê-lo com fé e amor. Ele é o sucessor de Pedro. Com ele, descobriremos a alegria e exigência de ser católico. 


Quem puder, venha a Lisboa rezar com ele. Ele merece o calor da nossa presença, da nossa comunhão com ele. Lisboa será preparada para vos acolher. Não é a mesma coisa ver pela televisão; ele precisa de nos sentir com ele, unidos a ele, como membros da Igreja. Ele é o Pastor Universal. Podeis crer que é bom ver o seu rosto, receber a sua benção, rezar com ele e por ele. 

Eu espero que a Diocese de Lisboa vá recebê-lo, como se fosse o próprio Senhor. 

D.José Policarpo, Cardeal Patriarca de Lisboa 

terça-feira, 27 de abril de 2010

Terça.com...vocação (rapazes)

Segregados e não separados

Na última Terça.com...vocação, após a leitura do texto proposto, começámos por perceber melhor o papel do padre perante  as adversidades do mundo contemporâneo.
No início, o diálogo esteve direccionado para a atitude que o sacerdote deve ter perante as dificuldades em enfrentar um povo cada vez mais exigente em relação ao seu ministério. Por um lado, é o próprio padre que pode ‘’desvirtuar e confundir a verdadeira figura do sacerdote’’, através de atitudes que podem revelar uma crise de fé. Mas por outro, é o povo que confunde o papel do sacerdote, e exige-lhe o que não lhe é próprio.
O sacerdote tem realmente um “poder’’ particular, o qual se torna visível nos Sacramentos, mas esse ‘poder’ não vem dos homens, mas é sim um dom de Deus posto ao servico da Humanidade.
É importante que os gestos realizados durante a Eucaristia não se tornem um empecilho, apenas ritos,  mas ajudem a uma conversão profunda e sincera.
Também nesta noite, a ‘terça.com’ se transformou numa ‘terça.com o Papa’. Com certeza todos os participantes saíram muito mais esclarecidos sobre o papel do sucessor de Pedro, o qual, apesar de ter um chamamento mais particular, está ao serviço da comunhão na Igreja.
Com a graça de Deus, o actual Papa tem dado vida a uma parábola bíblica. A forma como Bento XVI tem vindo a relacionar-se com aqueles que se tinham afastado da ‘’sã doutrina’’ – caso de anglicanos e algumas igrejas protestantes - , relembra aquele pai que corre para abraçar o filho que se tinha deixado levar pelas tentações do mundo.

Nélson Viana

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Imagem Peregrina de Cristo Sacerdote e Bom Pastor na Paróquia de Vau

“Piquenique do Bom Verão” acolhe Imagem de Cristo Bom Pastor no Vau

Promovido pela Junta de Freguesia do Vau e com o apoio da Câmara Municipal de Óbidos, decorreu no passado domingo o tradicional Piquenique do Bom Verão, que pela primeira vez celebrou em conjunto com a Paróquia Nossa Senhora da Piedade do Vau, acolhendo a Imagem Peregrina de Cristo Bom Pastor.

Festividade tradicional de carácter recreativo e lúdico, existente há 64 anos, decorre anualmente oito dias após o Domingo de Páscoa, nas margens da Lagoa de Óbidos, localizado no Covão dos Musaranhos – Bom Sucesso, para comemorar o primeiro dia de sesta e merenda, prolongando-se até aos primeiros dias do mês de Setembro.

Na sequência do 150º aniversário da morte do Santo Cura d’Ars, verdadeiro exemplo de Pastor, o Papa Bento XVI proclamou para toda a Igreja um especial Ano Sacerdotal. Neste sentido, D. José Policarpo, Cardeal-Patriarca de Lisboa, abençoou 15 Imagens de Cristo “Bom Pastor” destinadas a cada uma das 15 Vigararias de modo a, em cada Paróquia, serem um sinal de Cristo presente na pessoa e na acção pastoral dos sacerdotes.

O Pároco Paulo Gerardo presidiu à Missa campal acompanhado pelo diácono Maximino Martins, dando início ao acolhimento da imagem, que permanecerá na Paróquia do Vau até ao próximo domingo, dia em que será entregue à comunidade do Nadadouro (Paróquia de Serra do Bouro). Esta celebração foi intensamente vivida por cristãos das paróquias de Amoreira, Santa Maria e S. Pedro de Óbidos, Olho Marinho, Serra d’El Rei, Sobral da Lagoa e Vau (Comunidade Inter Paroquial na Vigararia XIV), junto de alguns fiéis que quiseram também participar neste evento religioso.

Aproveitando um dia soalheiro e com temperatura bastante agradável, seguiu-se o tradicional piquenique que reuniu mais de uma centena de pessoas, entre familiares e amigos, proporcionando momentos de partilha numa bela jornada de confraternização. Em ambiente de festa, alegria, música e muita animação, assim se manteve a salutar tradição. João Polónia

FotoReportagem João Polónia em http://vigararia14.jimdo.com/imagemperegrinabompastor/vau

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Hino - Eu Acredito

Eu acredito

- Hino oficial da Peregrinação de Jovens a Fátima para acompanhar Bento XVI -



Nós sabemos porquê,
Porquê seguir esta estrada,
Queremos olhar Jesus
E crescer na Santidade.

Viver a nossa missão,

Dia‐a‐dia em cada encontro
Escolhidos p’ra anunciar
A beleza do Amor e a Verdade

Na Fé O vejo: eu acredito!

Na igreja O escuto: eu acredito!
No Amor O toco: eu acredito!
Por isso eu digo: eu acredito!

O Papa traz‐nos Jesus,

Celebremos em unidade,
Erguendo a Sua luz,
Servindo em Caridade

Nós sabemos porquê,

Porquê acreditar,
Se olharmos o que Lhe aconteceu,
Assim estamos certos

quarta-feira, 14 de abril de 2010

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Homilia nas vésperas da solenidade do Sagrado Coração de Jesus, por ocasião do início do Ano Sacerdotal

Aqui ficam algumas partes desta homília fantástica do nosso papa, BentoXVI,

[...]
Se é verdade que o convite de Jesus a “permanecer em seu amor” (cf. João 15, 9) se dirige a todo batizado, na festa do Sagrado Coração de Jesus, Dia de Santificação Sacerdotal, este convite ressoa com maior força para nós, sacerdotes, em particular nesta tarde, solene início do Ano Sacerdotal, que convoquei por ocasião do 150º aniversário da morte do Santo Cura de Ars. Vem-me imediatamente à mente uma bela e comovedora afirmação, referida no Catecismo da Igreja Católica: “O sacerdócio é o amor do Coração de Jesus”. Como não recordar com comoção que diretamente desse Coração manou o dom do nosso ministério sacerdotal? Como esquecer que nós, presbíteros, fomos consagrados para servir, humilde e autorizadamente, ao sacerdócio comum dos fiéis? Nossa missão é indispensável para a Igreja e para o mundo, que exige fidelidade plena a Cristo e uma incessante união com Ele; isto é, exige que busquemos constantemente a santidade, como fez São João Maria Vianney. [...]


Deixar-se conquistar totalmente por Cristo! Este foi o objetivo de toda a vida de São Paulo, a quem dirigimos nossa atenção durante o Ano Paulino, que já está terminando; esta foi a meta de todo o ministério do Santo Cura de Ars, a quem invocaremos particularmente durante o Ano Sacerdotal; que este seja também o principal objetivo de cada um de nós. Para ser ministros ao serviço do Evangelho, é certamente útil e necessário o estudo com uma atenta e permanente formação pastoral, mas é ainda mais necessária essa “ciência do amor”, que só se aprende de “coração a coração” com Cristo. Ele nos chama a partir o pão do seu amor, a perdoar os pecados e a guiar o rebanho em seu nome. Precisamente por este motivo, não podemos nos afastar nunca do manancial do amor que é seu Coração atravessado na cruz.


Somente assim seremos capazes de cooperar eficazmente com o misterioso “desígnio do Pai”, que consiste em “fazer de Cristo o coração do mundo”, desígnio que se realiza na história na medida em que Jesus se converte no Coração dos corações humanos, começando por aqueles que estão chamados a estar mais perto d’Ele, os sacerdotes. As “promessas sacerdotais” que pronunciamos no dia da nossa ordenação e que renovamos cada ano, na Quinta-Feira Santa, na Missa Crismal, voltam a nos recordar este constante compromisso. Inclusive nossas carências, nossos limites e fraquezas devem nos conduzir ao Coração de Jesus. Se é verdade que os pecadores, ao contemplá-lo, devem aprender a necessária “dor dos pecados” que volta a conduzi-los ao Pai, isso se aplica ainda mais aos ministros sagrados. “Como esquecer que nada faz a Igreja, Corpo de Cristo, sofrer mais que os pecados dos seus pastores, sobretudo daqueles que se convertem em “ladrões de ovelhas” (João 10, 1ss), seja porque as desviam com suas doutrinas privadas, seja porque as atam com os laços do pecado e da morte? Também para nós, queridos sacerdotes, aplica-se o chamado à conversão e a recorrer à Misericórdia Divina, e igualmente devemos dirigir com humildade incessante a súplica ao Coração de Jesus para que nos preserve do terrível risco de causar dano àqueles a quem devemos salvar.


Há pouco, pude venerar, na Capela do Coro, a relíquia do Santo Cura de Ars: seu coração. Um coração inflamado de amor divino, que se comovia frente ao pensamento da dignidade do sacerdote e falava aos fiéis com tons tocantes e sublimes, afirmando que “depois de Deus, o sacerdote é tudo!... Ele próprio não se entenderá bem a si mesmo, senão no céu” (cf. Carta para o Ano Sacerdotal). Cultivemos, queridos irmãos, esta mesma comoção, seja para cumprir nosso ministério com generosidade e dedicação, seja para custodiar na alma um verdadeiro “temor de Deus”: temor de poder privar de tanto bem, por nossa negligência ou culpa, as almas que nos foram confiadas, ou de poder causar-lhes dano. Que Deus não o permita! A Igreja tem necessidade de sacerdotes santos, de ministros que ajudem os fiéis a experimentar o amor misericordioso do Senhor e sejam suas testemunhas convictas. [...]