terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

O Papa vem até nós…
…é Jesus que te está a chamar!
(I)

O Sucessor do Apóstolo São Pedro vem até nós, vem ver-nos e falar-nos!
Podemos perder tempo a discutir se gostamos dele ou não, se é próximo ou distante, actual ou conservador… Isso é reduzi-lo a uma personagem pública famosa… e essas, vêem-se na televisão e discutem-se nos cafés, nos cabeleireiros, nos mercados e nos shoppings!  
Aqui trata-se de outra coisa: Deus amou tanto o mundo que nos deu o seu Filho, o Qual exerceu o seu sacerdócio único quando Se ofereceu a Si mesmo em oblação para nos comunicar a vida divina. Jesus tornou essa oferta permanentemente renovada através do sacerdócio apostólico, continuado pelos sucessores dos apóstolos (os bispos) e pelos seus cooperadores (os padres). Como povo sacerdotal podemos oferecer a vida de Cristo ao mundo porque ainda hoje a recebemos d’Ele através do sacerdócio apostólico. Ora, aquele que é o sinal visível da comunhão e da nossa ligação ao sacerdócio apostólico vem ver-nos e falar-nos! N’Ele, é Jesus que nos vem ver e falar, dar a vida e chamar! E isto já não acontece pela televisão, mas ao vivo e na celebração!
Por isso temos que ir, temos que nos organizar para estar lá. Nesses 4 dias de Maio e em especial no dia 11 em Lisboa, todos os cristãos e comunidades da nossa Diocese poderão receber ao vivo e em directo a graça que Cristo confiou a Pedro para nós.
«E o Senhor disse: “Simão, Simão, (…) Eu roguei por ti, para que a tua fé não desapareça. E tu, uma vez convertido, fortalece os teus irmãos.”» (Lc 22, 31-32)
Como tem sido sempre na história da Igreja, de novo o sacerdócio apostólico surge como dom e chamamento para nós.
Neste nosso tempo onde alguma cultura envolvente quer apagar os sinais religiosos dos espaços públicos, o apóstolo Simão Pedro vem chamar-nos e confirmar-nos no testemunho sereno e público da fé!
Neste nosso tempo onde o individualismo conduz muitos cristãos a uma vivência intimista da vida cristã, o apóstolo Simão Pedro vem chamar-nos e confirmar-nos na celebração festiva e pública da fé!
Neste nosso tempo onde o evangelho e a cultura são empurradas para campos opostos, o apóstolo Simão Pedro vem chamar-nos e confirmar-nos na presença evangélica da fé na construção plural da sociedade!
Neste nosso tempo onde algum ambiente laicista persegue, amedronta e inibe os que se afirmam cristãos, o apóstolo Simão Pedro vem chamar-nos e confirmar-nos na entrega corajosa e radical em nome da fé!
Pelas palavras que então escutaremos, repetir-se-á na porta fluvial de Lisboa e para o povo da nossa Diocese o que outrora aconteceu na porta formosa do templo de Jerusalém com aquele que era coxo: «…Pedro disse-lhe: “Não tenho ouro nem prata, mas o que tenho, isto te dou: Em nome de Jesus Cristo Nazareno, levanta-te e anda!”» (Act 3, 6).
Pelo mesmo sacerdócio apostólico (e petrino) essa será uma hora de graça e vocacional. A nossa Igreja que caminha em Lisboa será revigorada na caminhada de fé e de novo enviada na missão de dar à sociedade os bens que provém de Cristo.
A quantos desejará Cristo dirigir o mesmo apelo: levanta-te e anda!
Aos que andam indecisos e com medo: levanta-te e anda!
Aos que andam entretidos e ocupados: levanta-te e anda!
Aos que andam abatidos e desanimados: levanta-te e anda!
Aos que esperam uma palavra de força e alento: levanta-te e anda!
Aos que o Senhor chama ao sacerdócio e à vida consagrada: levanta-te e anda!
Para a nossa diocese, esta será uma hora de graça!
Para todos os que estiverem presentes, esta será uma hora de graça!

Coragem! Levanta-te que é Jesus que te está a chamar! (cf. Mc 10, 49)

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Toda a vocação é chamamento à santidade.

Na Cruz de Cristo conjugam-se, em núpcias misteriosas e fecundas, a santidade de Deus, o “três vezes santo” (cf. Is. 6,3), com o pecado do homem. Naquela Cruz um homem é tão santo como Deus, e recupera para o projecto de santidade, todos os homens que se unam a Ele. A santidade de Cristo não é apenas divina, é humana, exprimiu-se na existência humana de um Homem concreto, no compromisso da sua liberdade; e é a de um homem marcado pelo pecado, não o seu, mas os nossos, que Ele assumiu como seus. É por isso que a santidade de Jesus Cristo é modelo para a nossa santidade. N’Ele descobrimos todos os desafios da santidade cristã:

* O deixar morrer radicalmente em nós o pecado e a sua memória. E esse mergulho no abismo da morte é abandono confiante ao amor misericordioso de Deus;

* A fidelidade sem reservas à vontade de Deus, que é um desígnio de salvação;

* Balbuciar, timidamente, nesse abismo da morte, a primeira expressão de louvor ao Deus Santo. Quando o louvor brota espontaneamente do nosso coração pecador, é sinal de que a morte está a ser vencida pela vida, mesmo ainda na dureza da paixão, isto é, da nossa luta contra o pecado;

* A libertação do coração para um amor purificado, digno de Deus. A Cruz é um acto de amor infinito e sem reservas e restitui-nos a possibilidade de sermos como Deus na nossa experiência do amor. Aí o cristão partilha da urgência e da universalidade do amor salvífico de Deus. Na sua pregação Jesus anuncia esta novidade de amor, num coração redimido, falando-nos do amor difícil, aquele que não pode contar com a força da natureza, o amor daqueles que espontaneamente não são amáveis. “A minha mensagem é esta: amai os vossos inimigos, rezai pelos vossos perseguidores e assim sereis filhos do vosso Pai que está nos Céus” (Mt. 5,44-45).

* A esperança da ressurreição, que brota, como flor espontânea, da própria experiência do sofrimento oferecido. A certeza da vida experimenta-se na generosidade e na grandeza da morte.

Unir-se a Cristo, pelo baptismo, é participar, com Ele, na plenitude da santidade como fidelidade ao Pai. É a mensagem de Paulo aos Romanos: “Se morremos para o pecado, como é que ainda permanecemos nele? Ou ignorais que, baptizados em Jesus Cristo, foi na Sua morte que fomos baptizados? De facto, no baptismo fomos sepultados, com Ele, na morte, para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova” (Rom. 6,2-4). A primeira concretização da santidade cristã é a luta contra o pecado, aceitando morrer com Cristo, para que a nossa vida renovada seja participação na Sua ressurreição.

A vocação á santidade é inerente à vocação cristã, é chamamento para todos independentemente das vocações concretas que seguirem. “Esta é a vontade de Deus, a vossa santificação” (1Tes. 4,3). E o Papa diz-nos, citando o Concílio: “É um compromisso que diz respeito não apenas a alguns, mas os cristãos de qualquer estado ou ordem são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade” 2. O chamamento à santidade concebida como perfeição do amor, é a fonte de todas as exigências morais do cristianismo.

(Excerto de uma catequese quaresmal, Cardeal Patriarca D. José Policarpo)

Imagem de Cristo Sacerdote na Paróquia da Roliça

Aqui fica o testemunho de um paroquiano da paróquia da Roliça, por onde a Imagem Peregrina de Cristo Sacerdote passou há dias:


"A imagem Peregrina de Cristo-Sacerdote  entre nós!
Paróquia da Roliça

Chegou à nossa paróquia no dia 24 de Janeiro, percorrendo todos os lugares da mesma; começando pela Boavista. No dia seguinte, chega à Azambujeira com uma graça acrescida: era o dia da Festa da conversão de S. Paulo, que, ainda havia poucos dias, tínhamos terminado de ler e meditar o livro de S. Paulo. Foi muito positiva a presença da imagem porque à volta da mesma rezou-se, celebrou-se, viu se um filme que nos ajudou a compreender mais profundamente a missão do sacerdócio em toda a Igreja e a descobrir a partir de quando Cristo passou  a ser reconhecido como sacerdote. Ao ser pregado na Cruz entregando-se pela remissão dos pecados e salvação do mundo inteiro revela-se como o Sumo-sacerdote.
A vinda da imagem também esteve ligada à preparação para a festa da Padroeira da Paróquia, N.ª Sr.ª da Purificação que, estando marcado no calendário a dia 02 de Fevereiro, celebrou-se no Domingo mais próximo, dia 31 de Janeiro. No inicio da celebração, o Pe. João leu a mensagem que acompanha a imagem peregrina, que nos ajudou a compreender o porquê da imagem ter as características que tem.
Com a presença de todas as pessoas de todos os lugares da paróquia, celebrou-se a Eucaristia, e vimos o filme e partilhámos um lanche convívio. De seguida, com o Pe. Sérgio, alguns paroquianos foram entregar imagem à localidade de Miragaia, Paróquia de S. Lourenço dos Francos. Toda esta semana foi um espaço, que me ajudou a crescer na fé e penso que a muitos também.
José Timóteo"

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Terça.com...namorados - Retiro

Nos próximos dias 5, 6 e 7 de Fevereiro temos a proposta de um retiro para namorados. Quem quiser mais informação basta mandar-nos um e-mail para tercas.com@gmail.com.




Aproveitamos para deixar o link para o blog da Paróquia da Bobadela onde está a partilha a última Terça.com...namorados. http://catequesedabobadela.blogspot.com/2010/01/tercacom-4-encontro.html